
saber-te
e não saber nada
ver-te
e de cada vez seres um outro
desenhar-te
e a imagem explodir em mil reflexos
breves
e não saber
e não ver
e não tocar
e não saber nada
ver-te
e de cada vez seres um outro
desenhar-te
e a imagem explodir em mil reflexos
breves
e não saber
e não ver
e não tocar
e não escrever
mais nada
mais nada
2 comentários:
Grande poema!
Cheguei aqui via "Varal de Idéias"
Um abraço
Ramiro Conceição
Muito lindo.
Vim diretamente do Admiradores de Varais.
Grande abraço
Marie
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