
Cumpre-se hoje mais um aniversário da revolta republicana de 31 de Janeiro, no Porto. Foi em 1891. Viva a república!


Cumpre-se hoje mais um aniversário da revolta republicana de 31 de Janeiro, no Porto. Foi em 1891. Viva a república!


Portugal deverá falhar meta europeia de reciclagem dos plásticos.
Para a Sociedade Ponto Verde a responsabilidade é dos consumidores que ou não depositam os plásticos nos contentores apropriados ou utilizam as embalagens para outros fins.
Não é de estranhar, já que a fileira das embalagens é a que mais confusão causa ao público, agravada por campanhas institucionais desencontradas e contraditórias. Por um lado, nas campanhas da Sociedade Ponto Verde apela-se à deposição de embalagens tetrapak (pacotes de sumos e leite) no contentor das embalagens, mas em algumas regiões do país estas devem ser depositados no contentor do papel.
É evidente que é mais simples separar papel e vidro. Daí serem muito maiores nestas fileiras as quantidades recicladas.
Seria interessante lançar uma campanha de esclarecimento e sensibilização quanto à reciclagem das embalagens. Pela confusão existente, pelas metas a cumprir. Mas na Sociedade Ponto Verde acham que não faz sentido uma campanha específica. O importante é que se recicle mais em todas as fileiras.
E, já agora, porque não uma campanha de reforço positivo aos 41% de consumidores que separam resíduos e reciclam? São insuficientes? Pois são. Mas há alguns anos eram ainda menos.

Ontem, na imprensa escrita e pelo menos numa estação de televisão, a luta de duas mulheres que se querem casar, apoiadas por associações homossexuais e por um advogado a quem, felizmente, a exposição mediática não assusta. Querem ter os mesmos direitos dos outros casais e não terem que arranjar 'subterfúgios' para acompanhar na escola a filha de uma delas, já que uma se apresenta como mãe e a outra como encarregada de educação. Pessoalmente não percebo aqui qual é a diferença...
Pior.
Merecendo apenas uma breve referência, é mencionada a filha da outra, com 6 anos, cujo poder parental foi retirado à mãe (a acreditar na notícia do Público) por ordem do tribunal dado esta apresentar "falta de condições morais".
Então o Estado, notório e continuado cúmplice de maus tratos e abusos a crianças menores, que entrega crianças a pais violentos, abusadores e homicidas, priva uma criança da tutela materna por falta de condições morais? Condições morais que presumivelmente se relacionam com as opções sexuais da progenitora?
E estas senhoras, e as associações que as apoiam, lutam é pela legalização da relação? Passa-lhes ao lado a arrogância e interferência do Estado e dos funcionários que o representam, na vida privada dos cidadãos ?
Será o contrato de casamento que conferirá moralidade ao indivíduo? E já agora, porque não o matrimónio?
Parece-me é que, por detrás desta lavagem de costumes, ou branqueamento de situações, está, como de costume, o ar pesado da rouparia do convento e os vapores lixiviados da lavandaria diocesana.

congeminações enquanto o tambor roda e o vento sopra no estendal...